- Marcelo Sant'Iago Poucas&Boas: 22/01/2006 Marcelo Sant'Iago: search engine marketing, publicidade online, mídia interativa

27.1.06

Poucas e Boas de hoje

- Em dezembro 20.7 milhões de pessoas visitaram a iTunes, loja de audio/vídeo da Apple. Enquanto isso, apenas 3 milhões passaram pela nova Google Video Store.

- Em apenas 3 meses após o lançamento do serviço, a Apple vendeu 8 milhões de vídeos na iTunes

- Segundo a Entertainment Software Association, 1 em cada 3 pais joga videogame. Além disso, 80% desses pais jogam junto com seus filhos.

- Pode tirar o cavalo da chuva, pois não serão vendidos ingressos pela internet para o segundo show do U2.

- A Sony encerrou a produção dos robôs Aibo (cão) e Qrio (humanóide).

- O faturamento do MSN em publicidade nos EUA cresceu 12% no quarto semestre de 2005 em relação ao mesmo período em 2004. O faturamento total foi de 593 milhões de dólares, 2% inferior ao ano anterior, o que já era previsto, principalmente devido aos investimentos na nova plataforma MSN adCenter.

- Em homenagem ao aniversário de Mozart o Google está com um logo comemorativo na sua home-page.

Banners não prestam

Esse é o resultado de uma pesquisa feita pela eMarketer com os participantes da AD TECH, em dezembro de 2005. Para eles, pior que banner só mesmo listas alugadas de email.

Qual a melhor tática para publicidade online? Adivinha...começa com search e termina com marketing
;-)

Confira o post super interessante no blog do Michel Lent.

26.1.06

Já me sinto mais 2.0

Conforme havia prometido, "turbinei" meu álbum no Flickr hoje.

A Muralha da China

Desde o início desta semana um dos assuntos mais populares mundo afora tem sido a censura a internet na China.

O negócio pegou fogo com a notícia de que o Google concordou em censurar suas buscas para que possa continuar operando no país.

Um dos fundadores do Google, o Sergei Brin, em entrevista à Fortune, explicou as razões dessa decisão.

Claro que surgiram diversas críticas, mas vale lembrar que Yahoo e Microsoft tomaram atitudes semelhantes, afinal ninguém quer ficar de fora do mercado chinês, que em 2005 chegou a 111 milhões de pessoas online!

Quando estive em Hong Kong e Beijing em 2004 para dar algumas palestras, sinceramente não percebi censura a internet. Já no ano passado, quando fui para a Tunísia participar da Cúpula Mundial da Sociedade da Informação, a coisa foi diferente: não consegui acesar Google, Yahoo, Hotmail e Gmail da conexão discada do meu hotel.

É importante esclarecer que o Google censura "apenas" os resultados da busca realizadas por determinados termos. O acesso aos sites é bloqueado pelo próprio governo chinês. Além disso, "apenas" a versão em chinês do Google é censurada.

Por exemplo, quando você busca por "falun gong", a versão em chinês traz somente 11.900 resultados, enquanto que a do google.com traz 2.750.000 .

24.1.06

Padronização nos Links Patrocinados II

Recentemente eu postei aqui que o Yahoo Search está diminuindo para 70 o número de caracteres em seus anúncios, o que os deixaria mais parecidos com os do Google.

Agora olha essa: o Google está testando anúncios maiores, de quatro linhas!



Segundo nota no blog do Search Engine Watch, um porta-voz do Google confirma a notícia do teste.

Como assim?

Acabei de ler a notícia que um diretor muito importante de uma grande e tradicional agência brasileira vai dar uma palestra sobre "Novos Modelos de Negócio do Conteúdo Digital".

Legal, pois ele é um profissional muito competente e com anos de mercado. Mas vai ser meio difícil ele mostrar algum case de "conteúdo digital" da agência dele...

23.1.06

Social Search, a aposta do Yahoo

A principal diferença em relação a busca "tradicional", onde os resultados são determinados por algoritmos matemáticos de cada site, na Busca Social ("Social Search") quem determina a relevância dos resultados são as pessoas através de seu círculo de amizades e indicações de suas preferências.

Enquanto o Google foca seus esforços na personalização da busca, é no conceito de descentralização de conteúdo que o Yahoo deposita suas fichas para reforçar sua presença no mercado de Busca. O principal movimento nesse sentido foi o lançamento em junho de 2005 do MyWeb 2.0, um serviço onde você pode realizar buscas na base de sites indexados pelo Yahoo, mas também em páginas selecionadas pelos usuários do site como sendo relevantes.

O interessante é que se os usuários fizerem um bom trabalho na catalogação das páginas, uma busca no MyWeb2.0 trará resultados bem mais relevante que o do Google ou do próprio Yahoo "convencional".

O conceito não é novo e é muito bem exemplificado em dois sites recentemente adquiridos pelo Yahoo, que tem em comum a capacidade de compartilhar conteúdo, no caso fotos (Flickr) e sites favoritos (del.icio.us). Ao entrar em um site desses para procurar um assunto que lhe interessa, basta você digitar uma "tag" ou recorrer uma lista das mais populares do site. "Tags" são palavras-chave, que os usuários usam para catalogar e contextualizar o conteúdo que disponibilizam. Pronto, em linhas gerais, isso é Social Search.

A idéia está presente também é, claro, no Orkut, onde você entra em comunidades de pessoas que compartilham os mesmos interesses que você nas mais diversas comunidades.

O problema é que construir uma rede social leva tempo e paciência, seja para organizar e catalogar as informações, como para envolver as pessoas. Eu sou um bom exemplo disso: criei minha conta no Flickr em novembro e até agora só postei duas fotos; mas depois deste post prometo que vou me dedicar mais. E, além disso, os sites em questão, ainda estão beeem longe de figurar entre os mais populares da web, ou seja, conhecidos do usuário médio de internet.

O tema Social Search já corre pelo universo dos blogs há algum tempo e foi matéria hoje no site da Business Week. Mesmo assim, a Wikipedia ainda não traz o verbete "Social Search".

Tags mais populares no Flickr. Quanto maior a tag, mais popular.

22.1.06

A capa do Meio&Mensagem dessa semana

Duas matérias importantes para nosso mercado essa semana no M&M.

A primeira falando sobre TV Digital no Brasil. Parece que finalmente a coisa começa a andar.

A segunda trata de "queimar o filme" do Google...

A capa da Veja dessa semana


Tanta coisa para falar sobre internet e olha o que foi parar na capa da Veja...

Publicidade gratuita no Google Earth

O Google tem desenvolvido diversas parcerias para explorar o potencial comercial e publicitário do Google Earth. Uma das mais interessantes é com a National Geographic, que mostra a localização geográfica de histórias publicadas em suas edições impressas.

Além disso, diversas empresas tem utilizado as imagens em seus negócios, principalmente sites de localização, como Maplink e Guia Mais, e imobiliárias, que usam as fotos de satélite para mostrar a localização exata dos imóveis disponíveis.

Porém, algumas empresas tem o hábito de pintar suas marcas no telhado de suas lojas ou fábricas próximas a aeroportos. O objetivo é atrair os olhares de passageiros de avião ao sobrevoar a região na decolagem ou aterrissagem. Mas com o lançamento do Gogle Earth, essa estratégia ganhou nova dimensão e acaba virando publicidade gratuita. Um caso que gerou bastante comentários foi o da loja norte-americana Target.

Acho que vou ter uma conversinha com o síndico do meu prédio...