Convergência ou conveniência?
Ontem participei de uma mesa de debates no evento The Marketing Show.
Tudo muito morno, até que eu resolvi botar pimenta dizendo que não acredito em convergência. Foi o que bastou para uma de minhas colegas de painel dizer que é um absurdo e que "o notebook é a prova maior da convergência: posso telefonar aos amigos, editar e ouvir músicas, ver vídeos, jogar, trabalhar e muito mais".
Concordo. Mas pensa comigo: você venderia sua TV de plasma Sony, seu som Bang&Olufsen, seu PS2, seu telefone sem fio Panasonic, seu DVD player Pioneer, seu iPod e seu celular Motorola para ficar apenas com o laptop em casa?
Nem eu. Então não é convergência, é conveniência.
Tudo muito morno, até que eu resolvi botar pimenta dizendo que não acredito em convergência. Foi o que bastou para uma de minhas colegas de painel dizer que é um absurdo e que "o notebook é a prova maior da convergência: posso telefonar aos amigos, editar e ouvir músicas, ver vídeos, jogar, trabalhar e muito mais".
Concordo. Mas pensa comigo: você venderia sua TV de plasma Sony, seu som Bang&Olufsen, seu PS2, seu telefone sem fio Panasonic, seu DVD player Pioneer, seu iPod e seu celular Motorola para ficar apenas com o laptop em casa?
Nem eu. Então não é convergência, é conveniência.


2 Comments:
Marcelo, concordo plenamente contigo. Colocaste muito bem, em poucas palavras, o que também acredito por "convergência". Parabéns e grande abraço!
É convergência de conceitos não dos equipamentos. Realmente, isoladamente tais equipamentos correm mais na evolução, e os devices que juntam tudo (a convergência de conceitos) pegam apenas a essência do que dá para unir.
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